quarta-feira, 6 de junho de 2012

Previsão de chuvas acima da média no inverno.

CONDIÇÕES DE ESTIAGEM DEVEM CONTINUAR NO NORDESTE DO BRASIL 

A previsão climática de consenso para o trimestre junho, julho e agosto de 2012 (JJA/2012) continua ressaltando a maior probabilidade de chuvas entre as categorias normal (40%) e abaixo da normal climatológica (35%) para o leste da Região Nordeste e para uma faixa que se estende do noroeste do Amazonas ao nordeste do Pará. Para o extremo norte da Região Norte, que inclui grande parte de Roraima e do Amapá, e numa faixa mais central que engloba o sul das Regiões Centro-Oeste e Sudeste e o norte da Região Sul, a previsão aponta maior probabilidade de ocorrência de chuvas na categoria normal (40%), seguida pela categoria acima da normal climatológica (35%). Nas demais áreas do País, a distribuição espacial das chuvas tem igual probabilidade de se situarem nas três categorias (abaixo, normal e acima da normal climatológica). As temperaturas continuam sendo previstas em torno da normal climatológica em todo o Brasil durante o próximo trimestre (JJA/2012). Como esperado do ponto de vista climatológico, as incursões de massas de ar frio podem causar declínio mais acentuado das temperaturas durante alguns períodos, assim como episódios de geada sobre o centro-sul do País.  




Fonte: http://clima1.cptec.inpe.br/

sexta-feira, 1 de junho de 2012

"Novo Código Florestal Europeu" é criticado

Para o Brasil, os europeus apoiam norma rígidas de preservação ambiental, mas quando é com eles, há muita críticas. Veja este artigo que saiu no The Guardian (01/06/12).


PLANOS "VERDES"

O Plano Europeu de Agricultura “Verde” adverte que a Agricultura pode prejudicar o meio ambiente.
A proposta com novos regulamentos europeus para tornar a agricultura mais "verde" vai reduzir a produção de alimentos, aumentar a burocracia e pode até prejudicar o meio ambiente, um relatório parlamentar alertou.
A comissão de Ambiente, Alimentos e Assuntos Agrários da Câmara dos Comuns advertiu que os planos da Comissão Europeia - com aplicação em 2014 - são demasiados rígidos e impõe um regime a "one-size-fits-all" sobre os agricultores da Finlândia até a Sicília. Os agricultores poderiam perder 30% de seus pagamentos diretos no âmbito da Política Agrícola Comum se não cumprirem com três novos requisitos  de "ecologização".
O relatório também citou especulações de que essa pena pode ser dobrada por não especificar punições adicionais que estão sendo consideradas pela comissão. O comitê suprapartidário apoiou a intenção da Comissão de tornar a PAC mais verde, mas disse que as diferenças locais nas práticas de paisagem, clima e agricultura devem ser levadas em conta. O presidente da comissão, Anne McIntosh disse: "Como sua versão atual, as propostas da comissão para o verde iria prejudicar os agricultores do Reino Unido, os consumidores e os nossos campos. “Eles vão reduzir a segurança alimentar por retirar terras da produção e são susceptíveis de influenciar negativamente no nosso ambiente”. “É um absurdo pensar que os agricultores da Finlândia até a Sicília devem ser amarrados às mesmas estreitas normas prescritas”. O regulamento não pode trabalhar em toda a gama de ambientes encontrados na Europa”. “Para aumentar a biodiversidade e proteger os agricultores e ambiente em toda a UE deve ser capaz gerir as suas paisagens em forma adaptada aos métodos agrícolas locais e preocupações ecológicas”.
A abordagem da Comissão irá danificar o ambiente natural e da agricultura. "Segundo as propostas, os agricultores seriam obrigados a cumprir as novas normas em escala europeia para a diversidade de culturas e retenção de pastagens permanentes, bem como a anulação de 7% de suas terras não cultivadas, como áreas de foco ecológicas. O relatório adverte que a regra da diversidade - obriga os agricultores a ter, pelo menos, três diferentes culturas em suas terras aráveis - seria menos benéfica para o ambiente do que a rotação de culturas já praticada rotineiramente pela maioria dos agricultores do Reino Unido.
A exigência de que os campos de pastagem em 2014 devem ser mantidos permanentemente como pastagens seria um incentivo perverso para que os agricultores lavrá-los antes do prazo. A insistência em impor EFAs em uma fazenda de nível, ao invés de regional ou nacional, com base significaria a criação arbitrária de zonas protegidas em áreas que não eram necessariamente bons para a vida selvagem. O comitê instou a UE, em vez de definir objetivos de alto nível que dão aos Estados membros a flexibilidade para aplicar as medidas de proteção ambiental adequadas às condições locais. "Nosso relatório destaca o enorme benefício que os regimes “agro-ambientais" do Reino Unido trouxeram para a biodiversidade e produção de alimentos no campo”, disse McIntosh. "Podemos estar orgulhosos do que os agricultores do Reino Unido tenham conseguido usar estes programas voluntários que lhes permitam gerir as suas terras de forma a melhorar a produção de alimentos e biodiversidade, por exemplo, incentivando polinizadores.
"O relatório observou que a maioria dos estados membros da UE, incluindo o Reino Unido, manifestou preocupação com as propostas. Depondo ao comitê, a Secretária de Meio Ambiente, Caroline Spelman disse que não acreditava em os Estados-Membros chegarem a acordo sobre aquilo que ela chamou a comissão de "sub-ótimo" e "abordagem prescritiva". Um porta-voz do Departamento de Assuntos Meio Ambiente, Alimentação e Rural, afirmou: "Estamos trabalhando duro para negociar as normas mais respeitadoras do ambiente que trabalha para os agricultores do Reino Unido e usa o dinheiro dos contribuintes de forma mais eficaz - permitindo que mais produção com menos custos para o ambiente. "Estamos contentes que a comissão está começando a mudar sua posição sobre o verde, mas queremos uma abordagem mais flexível que permitirá aos Estados Membros normas verdes de uma forma que funciona melhor para eles. "A Comissão Europeia disse ao Guardian que algumas fazendas no Reino Unido foram "abrindo caminho" nas áreas verdes, mas disse que isso precisava ser ampliado, e disse que para os incentivos verdes poderem ser ajustados, desde a questão de duplo financiamento - os agricultores ganhar subsídio ao abrigo de regimes diferentes para o mesmo trabalho - foi abordada. Sistemas de recompensa existentes para os agricultores que iriam continuar disponíveis após as reformas.
Um porta-voz da Comissão disse que “enquanto o Reino Unido teve uma série de histórias de sucesso na agricultura ecológica, o ponto-chave sobre o verde é que todos os agricultores em todo o território da UE fazer mais para o meio ambiente - não apenas alguns agricultores em algumas partes do Reino Unido. E a única maneira de ter esse efeito em massa é que, se aplicar esses chamadas regras "ecologização" para o sistema de pagamentos diretos que todos os fazendeiros da UE recebem. Isto irá aumentar a linha de base para os bens ambientais públicos prestados pela União Europeia agricultores."

Este texto tradução sofrível pode conter erros de tradução, mas você pode ver o original no link:The Guardian



domingo, 20 de maio de 2012

Desenvolver preservando para... preservar o desenvolver


Desenvolver preservando para... preservar o 
desenvolver
Marcos Fava Neves*
Reprodução permitida desde que citada a fonte
O Código Florestal vem sendo discutido em muitas audiências há anos e foi finalmente
aprovado pela sociedade, representada por seu Congresso. Muitos brasileiros e parte 
da imprensa aproveitaram o momento para contrapor a agricultura com o ambiente, 
gerando um grave dano à imagem da agricultura e promovendo a discórdia.

O mais recente caso, estimulador deste texto, é o debate editado pelo
 respeitável jornal Valor Econômico(04/05/12), consolidado por três jornalistas.
Explicando ao leitor que não teve acesso ao conteúdo, é feita uma chamada 
na capa com o título “empresários defendem veto a Código Florestal” e a 
matéria é um debate de respeitáveis executivos e cientistas com trabalhos na
 área econômica, social e ambiental, advindos de uma Fundação de preservação
 de matas, uma empresa de cosméticos, de embalagens cartonadas, uma
 produtora de papel e uma telefônica, além de um cientista da USP.

Sintetizo minha análise em 4 blocos: as principais proposições vindas deste debate;
os principais aprimoramentos necessários às visões; as contribuições à imprensa e
as considerações finais.

Entre as principais proposicões, temos interessantes ideias. Destacam-se as 
oportunidades que se abrem ao Brasil de liderar uma nova pauta da economia 
verde, do menor carbono, de certificações e pagamentos por serviços ambientais.

Levantam a ideia de que é necessário produzir mais com menos recursos, reduzir 
as perdas (estimadas em mais de 20% da produção) e acreditam que com gestão 
a produtividade pode aumentar. Temos que pensar 100 anos à frente.

Também aparecem a importância de se recompor o orçamento da EMBRAPA e de 
outros órgãos de pesquisa, sair da clivagem “desenvolvimento x sustentabilidade” 
e “natureza x urbano”. Chamam a atenção para os gargalos de infraestrutura, 
para a necessidade de incentivos na correção do que foi feito de errado em desmatamento.

Utilizar a Amazônia como uma fonte de riquezas da biodiversidade lembrando do 
direito de pessoas que vivem nestas regiões terem atividades econômicas e 
desenvolvimento. Lembram também da necessidade de se votar medida provisória 
que dá acesso a patrimônio genético, a necessidade de se extrair mais renda da 
visitação das áreas preservadas, se recuperar mais as áreas degradadas e 
investir no turismo. Destacam-se também as iniciativas de criação dos corredores 
de biodiversidade entre áreas de reserva legal e APPs.

A segunda parte deste meu texto são os aprimoramentos de visão 
necessários, por aparecer, em alguns momentos, um desconhecimento do que
 é o agro brasileiro. Serão apresentadas aqui as frases colocadas no debate, em itálico, 
sendo algumas agrupadas, e as minhas observações logo após.

“...O código deixou o Brasil na era medieval...”, “...o texto que foi votado é terrível...”. 

Esta visão é parcial. Existem melhorias reconhecidas por cientistas no documento e ele
 tem benefícios de eliminar uma grave insegurança jurídica que assola as propriedades.

“...A expansão da área agrícola é única solução proposta e não se fala uma palavra 
de produtividade...”; “...O Brasil vai perder o jogo da produtividade, da tecnologia
 e da inovação e aí vem a solução fácil: derruba mais um pouco de floresta e aumenta 
a área plantada...”; “...não precisa derrubar mais nada... tem muita área já derrubada...”. 

Estas colocações não estão bem feitas. 

Os cientistas e agricultores brasileiros vêm lutando ferozmente pelo aumento da
 produtividade. Enquanto no mundo cai a produtividade, no Brasil ela cresce
quase 4% ao ano e 50 milhões de hectares foram poupados graças a este esforço. 
Também é um equivoco achar que precisamos derrubar mais árvores para expansão 
da produção. Existe parte dos 200 milhões de hectares de pastagens que podem 
ser usados para futuras áreas agrícolas. 

“...A questão dos alimentos não é de produção, é de escoamento...”.

Sem dúvida há muita perda na logística, mas aqui também existe um desconhecimento 
do que acontece no mundo asiático e africano que cresce a mais de 6% ao ano. 
A FAO estima que teremos que dobrar a produção em 30 anos, graças ao aumento 
da população, urbanização (90 milhões de pessoas por ano vão para as cidades), 
distribuição de renda, biocombustíveis (nos EUA usam 130 milhões de toneladas de milho) 
e outros fatores. O Brasil é primordial para isto, dito pela UNCTAD e FAO (ONU).

“...Vamos para a Rio + 20 com cara de vergonha...”.

Como já escrevi em outros textos, a vergonha dos cientistas e participantes brasileiros 
na Rio + 20 não será com o Código Florestal, mas sim em explicar ao mundo 
porque destruímos o combustível renovável mais respeitado, que é o etanol de 
cana, aqui dentro do Brasil. É a pergunta que me fazem cientistas internacionais.

“...Estamos exportando commodities de baixíssimo valor agregado...”.

Nesta colocação temos um grave equívoco, até uma ofensa aos produtores e industriais 
brasileiros. Existe enorme conteúdo tecnológico trazido pelos nossos cientistas dentro 
de um grão de soja, de café, de um litro de etanol, de suco de laranja, de celulose, 
de açúcar, de carne bovina. Fora isto, estamos cada vez mais exportando comidas 
prontas e embaladas.

Os termos de troca são cada vez mais favoráveis às commodities. Vivemos a era das
commodities, e chamar nossa pauta de baixo valor agregado chega a ser ingênuo.

“...O projeto votado agora vai contra a maioria da população, que não quer 
hoje o desmatamento, não quer a redução da floresta nas margens dos rios...”; 
“...tem quatro brasileiros de cada cinco que estão a favor da Presidente para o veto...”. 

Eu desconheço estas pesquisas, e também não creio que foi aprovado um 
Código Florestal que estimula o desmatamento de novas áreas. É uma mensagem
 errada que está se passando a população. O agro para se desenvolver, não precisa desmatar.

Na terceira parte deste meu texto tenho algumas contribuições a apontar à
imprensa. A primeira vai no sentido de, em debates, equilibrar as opiniões. 

Neste caso, chamar pessoas que acham que o Código Florestal, com todos os 
seus problemas, representou avanços ao Brasil. Poderiam ter sido convidados 
representantes da ABAG, do ICONE, da Cooxupé, da Coamo, da Cosan, da Bunge, 
da BRF, do Congresso (Deputados Aldo Rebello ou Paulo Piau), de Sindicatos de 
Produtores, de Trabalhadores. 

A segunda é que a manchete dada reflete uma generalização de algo que não 
é generalizável. Uma pessoa que apenas lê “empresários defendem veto a código 
florestal”, e boa parte do Brasil lê apenas manchetes, é levada a pensar que houve 
ampla pesquisa quantitativa e que o setor empresarial brasileiro é contra o Código, 
quando na verdade isto é fruto do debate de apenas 6 pessoas. Isto as vezes 
acontece na imprensa, um título (manchete) que tenta generalizar algo que 
não é generalizável. É preciso cuidado nisto. 

A ilustração principal da matéria é uma árvore sendo cortada com uma motosserra. 

Para sermos mais equilibrados, melhor contribuição seria se a matéria 
tivesse o título de “sugestões de aprimoramentos ao código” e a imagem 
fosse propositiva, com equilíbrio de produção e lindas matas, e são inúmeras 
as imagens no Brasil de propriedades agrícolas certificadas internacionalmente. 

Apresentar uma mortal imagem de árvore com motosserra foi danoso ao agro.
 É necessário parar com o “ruralistas x ambientalistas”, esta contraposição 
é danosa ao desenvolvimento equilibrado do Brasil e é estimulada pela própria 
imprensa.

Como conclusões, por mais que este processo seja criticado, o código 
foi democraticamente aprovado pela sociedade brasileira e seus representantes, 
no Senado e na Câmara.

Na minha singela opinião, pressionar a Presidente para vetar este Código 
é uma afronta à sua pessoa e à democracia. Dizer que é a principal decisão 
de seu Governo, ou frases do tipo “vou cair da cadeira se a presidente Dilma
 não vetar” ou “Dilma escreve o nome dela na história de uma maneira ou 
de outra: com tintas vermelhas ou tintas azuis” não contribuem. 

Este código deve ser aprovado e iniciarmos já os debates para uma 
próxima versão mais moderna e contemporânea, para ser novamente 
aprovada daqui 5 ou 10 anos. É preciso avançar sempre, debater sempre 
e respeitar sempre.

Finalizo dizendo que tenho oportunidade de viajar uma vez por semana 
e fazer pesquisa com produtores e industriais do setor agro em todos os 
cantos do Brasil. É necessário sairmos dos nossos escritórios seguros e
 refrigerados dos grandes centros urbanos, ir ao campo e ouvir esta gente. 
É destas viagens e pesquisas que vêm nossos textos e livros propositivos.

Conversar, principalmente escutar e sentir a luta do nosso produtor contra o 
arcaico sistema trabalhista, tributário, logístico, ambiental, sua luta contra 
a taxa de juros, a falta de crédito, o câmbio, as intempéries climáticas, sua
 luta contra as pragas e doenças e ouvir atentamente os casos de assaltos e 
violência aterrorizando as famílias do campo.

Lembrar que o jornal Valor do mesmo dia coloca em seu editorial a preocupação
 com a rápida deterioração da balança comercial brasileira. Vale ressaltar 
que esta gente da agricultura vai exportar, em 2012, US$ 100 bilhões e importar 
US$ 20 bilhões, deixando um saldo de US$ 80 bilhões ao Brasil. 

Em 2000 exportávamos US$ 20 bilhões no agro. A exportação cresceu 5 vezes 
em 10 anos. Renomadas revistas mundiais com a Economist, a Time, Chicago 
Tribune, Le Monde deram enorme destaque e chamaram isto de silenciosa 
revolução do campo brasileiro. Quem viaja sabe que temos muito poucos setores 
admirados lá fora, e este é um setor que joga na primeira divisão mundial. 

Se o Brasil vai fechar 2012 com um saldo de apenas US$ 15 bilhões, uma conta 
simples mostra que sem esta gente do campo, a balança brasileira pularia do
saldo de US$ 15 bilhões para um deficit de US$ 65 bilhões. 

Cairia por terra o Real, voltaria a inflação, cairia a arrecadação de impostos e 
desapareceriam milhares de postos de trabalho. E também precisaremos 
devolver nossos microcomputadores, tablets, carros, e todos os outros 25% dos 
produtos que consumimos, que são importados. Vai também faltar dinheiro 
para usar perfumes, telefones, cadernos, livros e produtos com embalagens cartonadas.

É preciso respeitar quem traz o caixa do Brasil, quem traz a renda do Brasil, 
que depois é distribuída fartamente em todos os cantos. É injusto associar 
esta gente a desmatamento, a motosserra, a destruição, com opiniões dadas 
sem maior fundamento.

O Brasil terá nos próximos 20 anos a maior e melhor agricultura do mundo, 
trabalhando dia e noite para ser a mais sustentável nos pilares econômico, 
ambiental e social. O mundo implora ao Brasil para atender à explosão 
de demanda por alimentos e bioenergia. Podemos tranquilamente exportar 
US$ 200 bilhões em 2020 e US$ 300 a 400 bilhões em 2030. 

Vamos deixar esta gente do campo trabalhar e tentar ajudar.

Temos que aumentar a produtividade, plantar em novas áreas de maneira 
sustentável, investir em pesquisa, ciência e inovação e caminhar para 
construir esta agricultura, este “agro-ambiental”, com ideias, nos 
desenvolvendo com preservação e, com isto, preservando nosso desenvolvimento. 

O verdadeiro e mais forte “código” será cada vez mais dado pelo mercado 
consumidor, fortalecido pelas novas mídias sociais e que caminha rapidamente 
para não aceitar produtos que não obedeçam certificações respeitadas internacionalmente.

Gerar a discórdia e desrespeitar o agricultor, que é quem coloca a comida 
na mesa e enche o nosso bolso de dinheiro não deve ser um objetivo dos 
verdadeiros brasileiros.

* é professor titular de planejamento e estratégia na FEA/USP Campus 
Ribeirão Preto, Chefe do Departamento de Administração e coordenador 
científico do Markestrat. Tem 25 livros publicados em 8 países.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Aquecimento global: verdade ou mentira?

Este meteorologista é o terceiro que ouço falar que o aquecimento global é uma falácia. Será?

Meteorologista fala sobre o aquecimento global no programa do Jô

terça-feira, 24 de abril de 2012

A safra está mudando?

Interessante a última Carta Pecuária. Recomendo a leitura:
Carta Pecuária

O texto destaca que a safra está mudando. Enquanto diminuiu a participação mensal nos abates de janeiro a junho, aumentou de julho a dezembro.

Será que vamos abandonar o boi barato, de pasto e trocar pelo boi caro, de confinamento?
Será que vamos abandonar uma mercadoria que eu vendo quando quero e passar para uma que vendo quando o frigorífico quer?

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Pecuária favorece a diminuição de gases de efeito estufa!

Diferentemente das informações que a mídia divulga abundantemente, os trabalhos realizados com dados referentes a nossa realidade demonstram que a pecuária brasileira sequestra mais gases de efeito estufa que emite e portanto é benéfica ao meio ambiente.
Veja o que alguns pesquisadores que estão trabalhando seriamente dizem:
http://www.agrovalor.com.br/2011/component/content/article/2/3387

sábado, 31 de março de 2012

Qual o seu custo de produção?

A Embrapa tem uma planilha muito boa para determinar custos de produção em pecuária de corte. O melhor de tudo é que ela é grátis.
Veja no link:
http://www.cnpgc.embrapa.br/produtoseservicos/ControlPec/index.htm

Caso queira fazer o controle financeiro e zootécnico, há também uma planilha completa para o controle total da propriedade:
http://www.cnpgc.embrapa.br/produtoseservicos/gerenpec/index.html